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Palavra do Diretor

Redução de Impostos e Rentabilidade em Imoveis

O baixo crescimento da economia brasileira em 2006 está trazendo constrangimentos politicos ao reeleito governo do Presidente Lula da Silva.

O Brasil tem feito a lição de casa recomendada pelos economistas mais sizudos e conservadores desde Oxford até Lausanne.

Explicações simplistas das causas para tao rotundo fracasso, como resultado apenas da maligna combinação de juros altos com inedito desperdicio estatal, já não estão mais passando pela garganta voraz dos investidores internacionais.

Cerca de dez (!!!) montadoras mundiais de automoveis bateram em retirada do país em dez anos, o que significa fuga de uma por ano. Isto foi resultado da concentração da renda nacional nas mãos grandes dos cerca de 5 % mais ricos, da crescente cunha fiscal e do rapido sucateamento dos serviços públicos essenciais. Estes abismos pressionam exponencialmente por uma profunda Revolução Tributaria.

Privilegiar o capital produtivo e oferecer juros meramente repositores de inflação (ou da deflação ?) é o sonho dourado de todo o empresariado instalado no país e dos trabalhadores.

A exceção à lucidez economica elementar fica por conta de banqueiros peguiçosos.

A estupidez monetarista dos ultimos governos, produziu uma geração inteira de financistas incapazes do seu exercicio profissional proprio:o necessario e util serviço da intermediação financeira.

Eles viciaram neste descaminho.Locupletam-se no vergonhoso papel de proxenetas endinheirados.
Engalfinham-se para comprar uma cota de patrocinadores das orgias fiscais dos burocratas anencefalos.

Porem mesmo um Congresso historicamente desprezivel sob a ótica da moral e dos bons costumes Republicanos, tem de ceder à pressão da População Economicamente Ativa por reformas estruturais.
A iniqua Legislação Tributaria e o duplo pagamento à iniciativa privada dos vergonhosos (Des)Serviços Públicos, levará a algumas inevitaveis alterações economicas. Quem paga a conta cobra justamente pela entrega dos produtos e serviços que o Estado Brasileiro teima em não realizar.
Algum alívio fiscal e redução dos impostos confiscatorios dos trabalhadores e empreendedores nacionais é condição essencial para voltarmos a merecer respeito dos bananeiros e cocaleiros das vizinhanças.

Senão eles continuarão esnobando suas vistosas marcas de crescimento economico nas nossas mais requintadas estaçoes de veraneio, desde Tramandaí até a Ilha do Bananal.

O Governo sabe disto e nos ultimos dias tem tomado a iniciativa de exigir algumas horas de trabalho efetivo dos congressistas.Alí, uns poucos letrados, conhecedores de sua superioridade economica frente aos miseraveis colegas londrinos, ousaram desafiar nossos despachantes oficiais.

Querem que até o Natal, deem encaminhamento burocratico aos esquecidos papeis da Nova Lei das Micro-empresas, da regulamentação do Fundo da Educação Básica e do socorro intermitente aos desvalidos usineiros do Saara Latino. Nada contra a moda do combustivel ecológico!!

Mas quando será que a Nação vai entender que a prioridade para a Segurança Nacional não é queimar subsidios no escape da "maquina"mas entregar uma habitação de tijolos ao capiau, para ele deixa-la de herança pros bisnetos e nunca mais pagar aluguel aos posseiros??

A Impresa Oficial fala até num ousado "programa de desoneração da industria da construção civil".
Este programa de fato, caso vier a se materializar, poderá ser a retomada de uma reação economica que o Brasil já esboçara e que na época era ufanisticamente chamada de " O MILAGRE BRASILEIRO".

Para Cristãos convictos, Cristãos-Novos e os obstinados otimistas, este poderá ser o melhor momento para o Setor da Habitação, desde o desaparecimento por impericia politica e desonestidade institucional, do saudoso Banco Nacional da Habitação.

Patrimonialistas emperdenidos, Construtores e Corretores de Imoveis, talvez realmente estejam finalmente se aproximando de memoraveis dias de ' BOAS FESTAS E FELIZ ANO NOVO '.

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