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O mercado imobiliário oferece inúmeras
ofertas para quem deseja comprar ou alugar um imóvel. No
caso da compra, alguns pontos merecem destaque como a localização,
o preço do m2 da região e o prazo de pagamento. Porém,
quando o imóvel for usado como fonte de investimento e não
de moradia, ressalta-se a rentabilidade.
Imóveis com de tamanho e valores menores
apresentam boa rentabilidade no caso da locação, pois
são mais procurados e ocupados rapidamente. Porém,
é bom lembrar que imóvel é um investimento
de médio e longo prazo, portanto muito cuidado com a relação
dinheiro empregado e orçamento familiar.
Cuidar do orçamento familiar pode ser o
primeiro passo para conseguir ampliar sua poupança e seus
investimentos. São cuidados básicos, que acabam sendo
esquecidos e quando vamos ver, no final do mês, o orçamento
está mais apertado do que deveria. Um caminho para organizar
seus gastos é o registro de todas as rendas e despesas da
família, com o maior nível de detalhamento.
Uma dica importante para o planejamento familiar
é a provisão para gastos sazonais, que é o
caso dos impostos, como Imposto de Renda, IPTU - Imposto sobre Propriedade
Territorial Urbana e IPVA - Imposto sobre Propriedade de Veículos
Automotores. Sem este planejamento de gastos, a família pode
passar apertada na hora destes desembolsos, podendo ter que recorrer
a linhas de crédito para cobrir eventuais buracos de caixa,
algo que deve ser evitado.
Antes de comprar um imóvel, por exemplo,
faça minuciosamente seu orçamento familiar. Não
permita que o valor das prestações ultrapasse 20%
do total do orçamento, isto porque durante o longo período
do financiamento habitacional, os salários acabam por não
acompanhar a evolução dos juros das prestações.
É preciso saber planejar a dívida e comprar aquilo
que pode pagar. Some todas as suas despesas: contas de luz, telefone,
água, escola, condomínio, supermercado, vestuário,
incluindo inclusive os chamados "gastos extras" (aqueles
do final de semana, sabe?). |